LAM enfrenta mais um processo de USD 13 milhões por não pagar aluguer do Dash

 


 Um dos escândalos mais notórios envolveu o pagamento de subornos de 800 mil dólares pela fabricante brasileira de aviões Embraer às autoridades moçambicanas para garantir a compra de aviões pela LAM.

Graças às investigações de procuradores brasileiros e norte-americanos, o caso foi exposto. Em 2021, um ex-ministro dos Transportes e Comunicações (Paulo Zucula) e um ex-presidente do Conselho de Administração da LAM (José Viegas) foram condenados a 10 anos de prisão e a uma indemnização total de 73 milhões de meticais ao Estado moçambicano. No entanto, os condenados recorreram e, quatro anos depois, os recursos ainda não foram ouvidos.

Suspeita-se que máquinas de pagamento electrónico (POS) pertencentes a terceiros foram utilizadas para vender bilhetes da LAM, desviando dinheiro da companhia. Este mecanismo terá resultado em prejuízos estimados em quase três milhões de euros.

O então Director de reestruturação da LAM, Sérgio Matos, denunciou o esquema em Fevereiro de 2024, destacando que a empresa não estava a receber integralmente o dinheiro das vendas de bilhetes. A inspecção também detectou casos suspeitos na recolha de dinheiro vivo nas lojas da companhia

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