ZAMBÉZIA: EXONERAÇÃO RELÂMPAGO DO COMANDANTE PROVINCIAL DA PRM LEVANTA SUSPEITAS
Na província da Zambézia, a sucessão acelerada de comandantes provinciais da Polícia da República de Moçambique (PRM) começa a despertar inquietação e levantar especulações entre os residentes. O mais recente episódio envolve o comandante Paulik Anafi, empossado há poucos meses e exonerado de forma súbita, sem que as razões oficiais fossem divulgadas.
Fontes locais apontam que a sua saída poderá estar ligada a alegadas irregularidades e esquemas de burla que vinham sendo denunciados por membros da própria corporação e por civis. Entre as suspeitas, estão denúncias de má gestão de recursos, favorecimento indevido em contratos e pressão interna por mudanças que não agradaram a determinados círculos de influência.
Moradores afirmam que este padrão comandantes nomeados e substituídos num intervalo curto de tempo enfraquece a autoridade da PRM na província e contribui para um clima de instabilidade dentro das forças de segurança. Enquanto isso, o comando-geral mantém silêncio, limitando-se a confirmar que um novo oficial será empossado nos próximos dias.
A sociedade civil exige maior transparência nas nomeações e exonerações, defendendo que a segurança pública não pode ser refém de interesses ocultos e disputas internas.
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