OAM promete “ir até ao fim” para esclarecer assassinado Elvino Dias
A Ordem dos Advogados de Moçambique (OAM) assegura que não vai pousar a caneta antes de esclarecer o caso do assassinato do advogado Elvino Dias.
Segundo o Bastonário da Ordem, Carlos Martins, o esforço será impresso todo o esforço para evitar que as instituições falhem.
Ele asseverou que os advogados sempre vão actuar defendendo as suas prerrogativas, e assim exigir o esclarecimento do caso que vitimou Dias e Guambe.
“Sempre que as instituições falham há um vazio que se cria. Não devemos deixar que as instituições falhem, neste caso também não devem falhar. Devem ser encontradas as pessoas que cometeram este macabro assassinato. Mas também, devemos evitar que situações como essas no futuro voltem a acontecer dentro da nossa classe. Hoje é um dia triste para a classe, que devemos homenagear este combatente, porque ele não combateu somente para ele, combateu para a classe, sobretudo, combateu para a sociedade” disse.
Ele falava no âmbito da marcha em homenagem a Elvino Dias, advogado assassinado no centro da Cidade de Maputo, entre a noite de 18 de Outubro de 2024. Ele estava na companhia do activista político Paulo Guambe, que também foi assassinado.
“O assassinato do doutor Elvino Dias representou um ataque, não só à dignidade humana, mas também foi um [ataque] cobarde às nossas prerrogativas como advogados” disse Carlos Martins.
Ele asseverou que os advogados sempre vão actuar defendendo as suas prerrogativas, e assim exigir o esclarecimento do caso que vitimou Dias e Guambe.
“Sempre que as instituições falham há um vazio que se cria. Não devemos deixar que as instituições falhem, neste caso também não devem falhar. Devem ser encontradas as pessoas que cometeram este macabro assassinato. Mas também, devemos evitar que situações como essas no futuro voltem a acontecer dentro da nossa classe” asseverou.
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